O david daVida

Esta é uma aguarela que pretendia representar Eckhart Tolle, um autor espiritual de renome. A frase na sua totalidade era algo do género de " There is a deeper knowing that is non-conceptual", e foi retirada de um dos vídeos do seu canal, em que ele fala que existe um saber profundo que não é conceptual, algo que eu entendo...

Nesta aguarela era para estar representada a comunicação sensível que acontece através dos sentimentos, dos olhares, da postura de cada um. Diz-se que "tudo em nós fala" e eu acredito vivamente que isso é verdade.

Uma aguarela representativa do escritor Jorge Luís Borges, que penso que capta bem aquilo que ele foi, a sua personalidade única.

Quanto mais penso, quanto mais leio, mais me parece que é quase tudo uma grande incógnita. Em tempos tive, creio eu, um espirito mais rápido e mais assertivo, quando era criança, quando era mais jovem, hoje sou mais fraco nesse sentido, duvido mais, e isso será bom ou mau?

Uma coisa que verifico, com leituras diversas, com a observação de amigos, é que há pessoas bem mais simples e espontâneas que eu, mais simpáticas, empáticas, e eu há bem muito pouco tempo não tinha noção disso; ou tinha noção, mas não lhe dava o devido valor. Isto de uma pessoa se comparar às vezes pode ter o seu intuito,...

Talvez, vejo agora, devesse escrever mais, pois constato que está a ser importante e que o problema parece ter desaparecido... ou talvez só novo alento tenha sido conseguido

Como usualmente se diz " o olhar são as janelas da alma" ou " o olhar é o espelho da alma". Aqui, nesta aguarela, creio que isso esteja muito presente. Se olharmos para um olhar vemos não só o outro mas também parte de nós. Creio que existe algo de inexplicável no olhar de cada um... talvez isso seja a alma...

Aguarela de homenagem a Rupert Spira, professor e autor

"Atrás dos tempos vem tempos e outros tempos hão de vir". Uma perspetiva de início de reflexão sobre o tempo, sobre a morte, sobre o facto de nós como indivíduos sermos pequenos e de muito pouca importância: coisa que tantas vezes nos custa a aceitar

Creio ter visto, no outro dia, a quando de estar a investigar o assunto, que por cada 40 segundos ou algo assim do género, mundialmente, uma pessoa atenta contra a sua própria vida. Estes são números claramente exorbitantes, que mereciam uma reflexão muito profunda sobre a natureza humana, reflexão essa que não será propriamente feita neste texto,...

E ali estava João Eduardo, sim, o mesmo João Eduardo de sempre, pelo menos em carne e osso, esse João Eduardo das incontáveis aventuras estivais, dos pensamentos fantásticos em catadupa, das muitas peripécias, sentado agora numa praia fluvial do baixo Alentejo, e refletindo sobre o seu papel no mundo, sobre quem ele agora é. Apesar do seu coração...

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