Peço ao rio
Peço ao rio que me tire esta nódoa,
Peço ao rio que me tire esta nódoa,
Numa manhã solarenga de verão, João Eduardo encontra-se na praia, deitado de barriga para baixo na sua toalha. Folheia um livro que já lera em tempos, e, por isso, o interesse nessa tarefa não é muito.
Reflito hoje sobre algumas ideias bíblicas e defendidas também por outros pensadores de que está tudo certo, que até os pelos do nosso cabelo estão certos.
Tenho refletido algumas vezes sobre a visão de Jiddu Krishnamurti sobre o que deve fazer um educador para melhor "instruir" os seus educandos.
Oh isso que tantos mestres falam,
Cá estou, sentado no sofá da sala de jantar de minha casa, escrevendo isto.
Cá estou, junto ao rio, novamente escrevendo
O que é isso a que chamamos amor?
Sinto o vento a bater-me na cara,
Cá estou, num comboio a caminho de casa, refletindo sobre tudo e mais alguma coisa.
Em que dançávamos numa conversa solta
Deitado na cama, à luz do candeeiro, reflito sobre tudo e mais alguma coisa