Horizonte sem fim
Numa manhã solarenga de verão, João Eduardo encontra-se na praia, deitado de barriga para baixo na sua toalha. Folheia um livro que já lera em tempos, e por isso o interesse não é muito.
Numa manhã solarenga de verão, João Eduardo encontra-se na praia, deitado de barriga para baixo na sua toalha. Folheia um livro que já lera em tempos, e por isso o interesse não é muito.
Reflito hoje sobre algumas ideias bíblicas e defendidas também por outros pensadores de que está tudo certo, que até os pelos do nosso cabelo estão certos.
Tenho refletido algumas vezes sobre a visão de Jiddu Krishnamurti sobre o que deve fazer um educador para melhor "instruir" os seus educandos.
Oh isso que tantos mestres falam,
Cá estou, sentado no sofá da sala de jantar de minha casa, escrevendo isto.
Cá estou, junto ao rio, novamente escrevendo
O que é isso a que chamamos amor?
Sinto o vento a bater-me na cara,
Cá estou, num comboio a caminho de casa, refletindo sobre tudo e mais alguma coisa.
Em que dançávamos numa conversa solta
Deitado na cama, à luz do candeeiro, reflito sobre tudo e mais alguma coisa
Cá estou, escrevendo outra vez, sem saber ao certo porque escrevo
É bem provável nunca vir a ser famoso,
Domingo é dia de feira na minha aldeia
Face à crescente utilização do chatgpt para tradução, utilizado este para traduzir textos na integra do inglês, francês, e outros, em trabalhos universitários e afins, questiono-me se alguém está a refletir o quanto se perde em matéria de reflexão nestas práticas? Bem como noutras coisas importantes?
Escrevo fundamentalmente sobre algum aborrecimento e alguma apatia, que não são grande coisa, e que eu deveria aceitar, mas que mesmo assim causam alguma mossa.
Seja o primeiro a ler o que há de novo!