Tenho refletido algumas vezes sobre a visão de Jiddu Krishnamurti sobre o que deve fazer um educador para melhor "instruir" os seus educandos.
O david daVida
Eu e os Outros
Oh isso que tantos mestres falam,
Eu é que era a luz
Cá estou, sentado no sofá da sala de jantar de minha casa, escrevendo isto.
Outro Relógio
Cá estou, junto ao rio, novamente escrevendo
Quem recordo?
O que é isso a que chamamos amor?
Matei o Cansaço
Sinto o vento a bater-me na cara,
Somos feitos de carne
Cá estou, num comboio a caminho de casa, refletindo sobre tudo e mais alguma coisa.
Chovia
Em que dançávamos numa conversa solta
O último reduto
Deitado na cama, à luz do candeeiro, reflito sobre tudo e mais alguma coisa
Posteridade
Cá estou, escrevendo outra vez, sem saber ao certo porque escrevo
Há um vazio
É bem provável nunca vir a ser famoso,
O Coração do Mundo
Domingo é dia de feira na minha aldeia
Para onde vamos
Face à crescente utilização do chatgpt para tradução, utilizado este para traduzir textos na integra do inglês, francês, e outros, em trabalhos universitários e afins, questiono-me se alguém está a refletir o quanto se perde em matéria de reflexão nestas práticas? Bem como noutras coisas importantes?
Por outro caminho
Escrevo fundamentalmente sobre algum aborrecimento e alguma apatia, que não são grande coisa, e que eu deveria aceitar, mas que mesmo assim causam alguma mossa.
A precisar de estalo
Logrei não me meter em grandes questões
Peso dos vivos
e que penso eu no meio de tudo isto?
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